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Tua Falta...


Quando a escuridão chega

Sinto a falta do teu corpo envolvendo o meu
Teu calor inflamando meu corpo
Minha mente,
Minha alma...
Tua falta me corrói por dentro...

Lembro do teu desejo ao me tocar
Do teu olhar cruzando com o meu
Sinto falta das palavras não ditas por nós
Sinto falta do teu hálito contra minha pele...
Afasto tuas memorias durante o dia,
Mas a noite é cruel
Pois nela tuas lembranças me corroem até o amago
Tanto as boas quanto as ruins

Rezo por mais um momento
Por mais um segundo contigo
Mas ela te tirou de mim
Sem piedade
Diante de meus olhos meu coração se estilhaçou
Minha alma se partiu em mais de mil fragmentos
Porque ela não me levou contigo?
Ainda posso ver em minha mente quando a vida escapou dos teus olhos
Ainda posso sentir quando tua pele esfriou em meus braços
Teu sangue manchando minha roupa
E o coro fúnebre daquela noite ainda ressoa em meus ouvidos...

A morte o arrancou de mim
E deixou apenas um vazio
Meu guerreiro
Meu anjo
Meu demônio
Meu amor...
Porque não fui levada contigo?
A lembrança do teu sorriso me atormenta

Dizem q o tempo cura todas feridas
Não para mim
Para mim é uma tortura constante
Cada minuto
Cada segundo
Aprisionada nessa dor...
Ó cruel senhora do destino, porque não me levastes?
Agora vivo um inferno constante
A cada dia
A cada hora
A cada momento...

Medo e Culpa


Ouço ao longe um cântico...
Obscuro, distante e frio...
Um arrepio
Um eriçar de pelos por meu corpo e o frio
Uma voz forte e sombria entoa palavras que não consigo definir...
Medo...
A luz do sol se põe, e as sombras da noite se arrastam rapidamente pelo céu trazendo a escuridão
Caminho depressa para tentar fugir do escuro,
Mas posso ouvir aquele cântico fúnebre com aquela voz lúgubre cada vez mais próxima
Medo, terror me dominam
Imagens de dor e sangue se formam em minha mente
O frio aumenta em meu ser...
Lembranças de um passado distante voltam à memória
Fuga, desespero!
Quero esquecer!
Não quero ver!
Não quero sentir...
Aperto meu passo pelo caminho como se conseguisse sentir as garras dos mortos agarrando minhas pernas
Ouço o entoar daquele cântico cada vez mais alto
E aquela estranha voz a roçar minha nuca
Desespero!
Horror!
Vou ao chão num tropeço
Frio e escuridão me envolvem num abraço mortal
Dedos gelados queimam minha pele feito o fogo ardente de uma fogueira
As imagens de sangue e morte passam diante de meus olhos
Pânico!
Desespero!
Olhar vidrado
Corpo travado
Imóvel...
Gelado...
A voz estranha roça minha pele deixando uma trilha gelada...
Medo e culpa sondam minhas lembranças...
Não quero ver!
Não quero sentir!
Quero morrer...
Teus olhos nos meus
Tua dor nas minhas entranhas
Minha culpa a corroer minha condenada alma
Junto minhas forças e grito:
“Venha morte! Venha levar-me deste mundo!”
A voz sussurra aos meus ouvidos:
“Não...”
Sinto meus olhos se fecharem e tudo escurece enquanto imagens dolorosas continuam a passar
Vazio...
Frio...
Desespero
A voz a entoar seu cântico de sangue pondo meu sangue a gelar
Medo mortal
Culpa fatal
Como fugir de suas garras?

Delírio e Paixão


Sonhos revoltos
Corpos envoltos
Meus lençóis amassados
Tuas correntes em meus pulsos
Apertados...
Teu cheiro
Nosso suor
Minha dor
Meu sabor
Teu prazer absoluto...
Agonia e êxtase numa dança de corpos ardentes
Explosões delirantes fogem dentre meus lábios
Excitante
Delirante
O toque áspero pela pele...
O apertar das correntes
Minha dor...
Teu prazer...
Meu gozo
O orvalho dos nossos corpos marca os lençóis amassados
Agonia e êxtase
Deliro e paixão

Espelho


Como viver sem coração?
Como viver sem você?
Inalcançável,
Inacessível,
Imprescindível...
Meu tormento, tua dor, nosso amor...
Agonia atemporal...
Vejo teu olhar a me seguir através do espelho
Tão perto... Tão longe...
Um quase toque de teus dedos em minha face...
Teu olhar a percorrer meu corpo feito tuas mãos...
Agonia!
Tortura!
Sinto o tremular do espelho.
Sinto teu desespero e agonia.
Tua agonia e teu desespero também meus...
Vejo teus lábios se moverem num urro selvagem.
Brutal!
Mortal!
Mas não posso ouvi-lo...
Separados...
Apartados pelo desespero...
Fruto proibido,
Por nós ingerido
Punidos!
Separados!
Perdidos...
Dor lancinante...
Dilacerante...
Ver-te e não poder te tocar,
Não sentir teu calor, teu amor...
Apenas a fria superfície do espelho...
Amaldiçoados!
Torturados!
Minhas lágrimas são as tuas,
Teu desespero o meu.
Choro prostrada nossas lágrimas diante do espelho,
Enquanto te vejo a me observar...

Espera


Sinto a falta de um amor que não conheço
Tenho saudades de um amor que nunca vi
Sinto-me parada...
Estacionada no tempo...
Ilusões, amores falsos
Minha alma chora a solidão da outra parte que nunca conheceu
Lágrimas de solidão saem dos meus olhos
Como pode doer a distância de um amor desconhecido?
Não há resposta
Queria que fosse algo real
Queria que fosse verdadeiro
Mas sempre vejo o mesmo espelho com suas ilusões refletidas
Desgastante...
Inquietante...
Olho o infinito enquanto o ar gelado da noite toca minha face com a delicadeza dos anjos...
Fecho meus olhos
Posso sentir o abraço do ar noturno me cobrir como as asas dos anjos
O calor das lágrimas que correm por meu rosto contrastam com minha pele fria...
Ferida
Alquebrada
Feito um pássaro ferido que não pode voar preso em sua gaiola
Em minha redoma tudo parou em minha volta
O tempo...
A vida...
A vida não pulsa mais em minhas veias
Um dia idêntico ao outro como se houvesse um feitiço do tempo...
Eu em minha gaiola vejo o tempo passar...
Quem é você ó amor desconhecido?
Enquanto não tenho resposta, visto minha máscara...
Finjo mais um sorriso
Faço mais um gracejo
Enquanto dia após dia aguardo tua resposta...

"Um Pequeno Gracejo..."


Por muito tempo vi...
Por muito tempo gostei...
Vi que gostei de uma máscara...
Teu falso amor,
Teu falso sorriso,
Tuas falsas palavras,
Uma ilusão...
Diga-me apenas uma coisa,
Porque tremes ao me ouvir?
Para onde foi tua verdade, tua sinceridade?
E a amizade?
Perguntas não respondidas
De uma alma falsamente correspondida...
Enganada...
Iludida...
Falsário!
Ser imaginário!
Vá para longe viver teu conto-de-fadas
Tua falsa Terra-Do-Nunca...
Mas saibas que mesmo lá,
Nunca serás o Peter Pan...

O Renascer


A dor lacerante que me queimava arrefeceu
Agora posso abrir meus olhos
Tons acinzentados invadem minha visão
Tento me mover, mas não consigo
Sinto meu corpo agora encolhido
Preso...
Preso num mundo cinza e escurecido
Um lugar frio e inóspito
Sinto meu corpo nu tremer
Não sinto vida em minhas veias
Não há ninguém aqui
Não há nada além de mim e as cinzas que me cercam
Não há luz, apenas trevas
As memórias e lembranças de antes já não existem mais
Nem resquícios em minha mente habitam
Não sei quem sou, nem mesmo quem fui
Um calor repentino surge às minhas costas
E faz meu corpo se soltar...
São minhas asas invadindo com força como labaredas de fogo
Fogo que não me fere
Fogo que me aquece
Fogo que me revive!
Chamas! Chamas queimam ao meu redor
A vida corre novamente em minhas veias
Me ergo do chão
E gritando uma canção
Corto os céus com minhas asas
Deixando um rastro de fogo que ilumina a escuridão

Teu Encanto


Siga minha voz...
Ouça meu canto...
Envolva-se no meu encanto...
Saudade atroz!
Tuas palavras, teus gestos...
Posso sentir a tudo mesmo a distância
Perto e longe ao mesmo tempo...
Esses sentimentos estranhos, quase esquecidos...
Agora foram acesos
Redemoinho de sentimentos e sensações...
Como sentir a falta de alguém que ainda não conheço?
Como sentir a falta de alguém que nunca senti?
Siga meu canto
Pois já estou sob teu encanto
Como isso foi possível?
Sentimentos há tanto esquecidos e quase apagados...
Agora acesos...
Sinta meu espanto!
Ajude a descobrir o que fazer com isso
Siga minha voz
Ouça meu canto
Envolva-se no meu encanto!

Mentiras


Ouvi teu choro
Escutei teu grito
Sinto que estais perdido...
Entre trevas e amores,
Quais são teus temores?
Farejo teu medo...
E com a ponta de meu dedo
Sinto teu choque...
Não eras tu aquele que não tinha medo da morte?
Ó nobre guerreiro, grande herói...
Aquele que de grandes batalhas e guerras a fama constrói
Te vanglorias de batalhas inglórias...
Belo contador de histórias!
Tantas histórias, tantas vitórias...
Não cansas de tua própria mentira?
Histórias sangrentas, algumas impróprias
Não tens medo de morrer na pira?
Vivias de glórias e riquezas
Então porque agora te encolhes num canto imundo?
Por que tremes tanto ó grande alteza?
Agora estais mudo?
Contastes tantas mentiras
Que até tu mesmo acreditastes
Ó Rei das Falácias...
Rio da tua audácia!
Histórias mal contadas
Verdades infundadas
Diga-me ó grande herói, onde foi parar tua coragem?
Agora te ocultas dentre as folhagens
Tuas mentiras foram expostas
E tua verdadeira face revelada
Rei das Falácias...
Contador de histórias...
Bobo da corte...
Nunca tivestes medo da morte
Achavas que nunca serias cobrado...
Diga-me ò bravo guerreiro,
Porque agora tremes ao ver o brilho de minha foice?

Desespero


Num vazio minha alma se consome
Num fogo que arde constate
Invisível...
Peço pela morte, grito por ela...
Dor intensa e pungente
Corro até ao penhasco
Queria saltar...
Mas vejo a imensidão do mar
E um grito foge de minha garganta
Caio de joelhos ao chão
Lágrimas toldam minha visão...
Não sei o que fazer!
Para onde devo correr?
De joelhos em frente ao penhasco vejo a tempestade se formar
Fecho os olhos
O vento frio corta minha pele
Nuvens negras e aterradoras rasgam o céu com seus relâmpagos
Ao longe ouço o barulho das ondas quebrando sobre as rochas...
Quebrando como minha alma que se estilhaça por dentro
Queria saltar do penhasco
Queria sentir meu corpo voar
E esquecer toda a dor...
Mas o veneno corre ainda em minhas veias feito fogo líquido
Fito o infinito à beira do penhasco enquanto o mar ruge abaixo de mim e a tempestade corta os céus com fúria...
Choro as lágrimas dos pecados cometidos
Sinto o veneno em minha alma
O que farei para purgar esses horrores que me assolam?
Desespero...
Agonia...
Sinto-me prostrada
Sem forças e completamente assolada
Enterro minhas mãos na terra úmida da tempestade em desespero
Meus dedos sangram com os cortes dos pedregulhos
Queria voar
Saltar do penhasco
Libertar a alma desse veneno
Assisti a vida se apagar em teus olhos
Tive a morte em meus braços!
Sinto-me vazia, num misto de dor e agonia...

Desejos

Rogo pelo teu toque
Pelos teus beijos
Por teu sangue...
Quero tua pele contra a minha
Quero contigo dançar a valsa dos amantes
Vamos tocar a sinfonia que apenas dois corpos unidos sabem tocar?
O desejo inflama meu corpo
Quase a rasgar minha pele
Vamos valsar?
Meu corpo arde
Preciso do toque frio de tua pele
Para arrefecer o fogo que em mim se alastra
Quero teu sangue
Quero beber teus desejos,
Sentir tuas presas arranhando minha nudez
Sentir tua perversão
Quer tocar a sinfonia dos amantes?
Então vamos valsar
E fazer a sinfonia ecoar pela noite
Satisfazer os desejos sob a luz do luar...

Novidades!!!


Olá leitores! Espero que todos estejam bem e que tenham curtido minhas últimas postagens... Estou passando por aqui para avisar que em breve estarei disponibilizando para vocês o link de uma história que irei publicar no fictionpress.com, mas terei que esperar uns 2 dias para postá-la conforme as regras do site para os novos usuários (chato isso ¬¬).
Aguardem a novidade ;)
Beijossssssssss

Solidão


Só
Solitária
Apenas ouvindo uma ária
E sentindo um nó...
Música que ecoa
Mostra toda a tristeza
Quando a solidão desponta
Com seus acordes perfeitos
Tocam minha alma
Fazendo bailar em meu peito sentimentos complexos
Que tocam uma tristeza pungente de um coração partido mil vezes
Minha alma dói ao som destes acordes perfeitos
Tortura
Dor
Solidão...
Poesias cantadas que mostram toda a beleza de um sentimento tão grande...
Mas que escondem com suas belas letras toda a tristeza de uma alma
Fecho meus olhos para conter as lágrimas
Tento afastar essa tristeza que baila livre em meu peito...
Não posso mais conter...
Não consigo mais esconder...
Estou sem forças...
Solitária...
Ferida...
Só

Meu Estranho


Ele vem à noite
Não sei quem é não sei quem já foi...
Não conheço seus olhos
Mas me lembro daquele olhar...
Não sei como é seu rosto
Mas reconheço seu sorriso...
Nunca o vi apenas senti sua presença
Senti-o em minhas lágrimas
Na agonia...
Sinto sua falta...
Minhas lágrimas são as dele
E as dele, minhas...
Quem é ele que vem à noite e partilha de minhas dores?
Nunca ouvi sua voz
Mas seus sentimentos são tão pungentes que posso senti-lo
E sem palavras saber o que sente
Ás vezes é como se fossemos apenas um...
Amo a um estranho que nunca vi
Que apenas senti...
Alegria de minha alma
Alento de minha tristeza
Por onde anda aquele que a dor em mim afugenta?

Tormento


Rainha das máscaras
Princesa das sombras...
Desespero
Confusão
Não sei mais quem sou...
Quando me olho no espelho, não sei quem vejo...
Ninguém sabe...
Ninguém percebe a máscara que me oculta
Senhora dos disfarces...
Sinto como se fosse um cárcere...
Não sei mais quem sou...
Me perdi nessa floresta de lágrimas, sombras e tormentos...
Contradição!
Dor...
Atinjo cruelmente quem amo contra minha vontade...
Sem controle, sem razão...
Enfeito a dor e o medo com minhas máscaras
Covarde!
Tormento...
Não sei por quanto tempo mais agüento...
Amor ilusório
Amor maldito
Dor elevada ao infinito...
Eu choro
Minha alma chora
Fúria
Ódio
Não chega mais ao fim este tormento?

Na Telha

Ando meio relapsa por aqui, mas vida está tão corrida e tenho trabalhando tanto que às vezes até esqueço de alimentar meus gatos... (não que eles estejam passando fome ¬¬, posso garantir que eles são... digamos... bem redondinhos rsrsrs :D). Minha querida amiga Hana Himura andou me dando um toques sobre meus poemas, ela está achando eles meio "dark" demais e sou obrigada a concordar com ela, pois também acho o mesmo. Bem, espero que essa minha fase "dark demais" passe logo rsrsrsrsrs. Em breve irei postar mais alguns poemas (quem sabe talvez até um conto).

Dor e Agonia

Dor
Agonia
Dor que lacera minha alma...
Choro as lágrimas de um amor corrompido
Um amor não correspondido
Dolorido...
Fogo que queima na alma
Me tortura
Me parte em estilhaços
Tão minúsculos...
Tão ínfimos...
A dor de te amar me machuca, tortura
Eu sangro por dentro
Minha alma chora
Nunca senti teus lábios, teu beijo...
Mas sempre tudo foi tão próximo, palpável...
Fico prostrada escancarando meu peito
Para tentar aliviar a dor
Dor que pulsa viva e me fere como lamina
Dor e amor...
Ambos ardem em mim em tormentos
Por favor, arranquem esse amor de meu peito!

Insônia


Um réquiem ecoa em meus ouvidos...
Música fúnebre...
Ouço uma turba de pessoas sussurrando ao meu redor...
Inquietante...
Incessante...
Sinto a pele se arrepiar
Algo negro no ar...
Insônia
Agonia
Um querer adormecer e não poder
Inquietante...
Enervante
Aquela música fúnebre no ar
Me sinto sem ar!
Me rolo nos lençóis e fecho meus olhos
Sono perturbado
Algo frio toca minha pele nua na escuridão do quarto
Um estranho movimento no lençol...
Um arrepio percorre minha espinha
Medo
Me reviro na cama para espantar a estranha sensação
Mas ela vem feito uma tentação...
A música continua ecoando pelo ar...
Inquietante!
Enervante!
Algo frio toca minha cintura sob o lençol,
Sussurros quase inaudíveis em meus ouvidos...
Medo
Um toque quase íntimo...
Excitante...
Apavorante...
Alucinante!
Meu coração dispara e meus olhos abrem
Nada ali na escuridão além de mim
Insônia
Agonia
Frutos da imaginação...

Sede

Sinto falta da luz...
Sinto falta dos teus lábios...
Sinto até a falta do teu escárnio...
A escuridão vem e me cerca com a morte e com ela vem a sede...
Sede...
Sede que enlouquece
Sede que entorpece
Quando ela vem nada mais sinto
Nem dor, nem amor
Apenas tenho a sede...
Sede que me corrói...
Sede que me destrói...
Quero teu sangue para me saciar
Aplacar minha fome
Não me lembro mais do teu nome...
Sede que dói
Sede que me destrói
Destrói minhas memórias
Destrói meus amores
Depois sinto apenas as dores
A solidão é iminente
E por mais que tente
Sinto-me carente
Estou descontente
Com a sede iminente

Apresentação

Olá meu nome é Daniela, mas podem me chamar de Dani. Hoje mais cedo uma amiga blogueira chegou para mim e me perguntou “Dani quando é que você vai se apresentar no seu blog?” Daí parei e perguntei para ela, “E o que é que posso dizer sobre mim?”. Então parei e fiquei pensando um pouco, e cheguei a seguinte conclusão, que sou uma criatura meio desligada com um gosto musical meio duvidoso, uma aspirante à escritora que ama ler e escrever, uma apaixonada por gatos, uma pessoa que ama a companhia dos amigos, que adora filmes e uma criatura enrolada por natureza!